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Material estava no STF, mas ministro mandou Moro continuar apuração.

Áudio sobre termo de posse de Lula como ministro da Casa Civil foi anulado.

O juiz federal Sérgio Moro recebeu na quarta-feira (22) os materiais referentes aos inquéritos que investigam um sítio em Atibaia e a um apartamento triplex no Guarujá, ambos em São Paulo. Os imóveis têm a propriedade questionada na Justiça. Investigadores buscam indícios de que o sítio e o apartamento pertencem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
As investigações apuram se o ex-presidente ocultou a propriedade desses dois patrimônios. Há suspeita de que empreiteiras ligadas à Operação Lava Jato tenham concedido os imóveis a Lula, em troca de contratos que elas fecharam com estatais, como a Petrobras.
Os materiais sobre essas investigações estavam no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a guarda do ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Operação Lava Jato. Neles constam também gravações telefônicas interceptadas pela Polícia Federal, nas quais o ex-presidente foi o alvo grampeado.
Sérgio Moro deverá pedir para que o Ministério Público Federal se manifeste a respeito do recebimento do material. Em seguida, se quiser, poderá suspender o sigilo sobre todas as investigações contra Lula.
Grampo anulado
Moro também recebeu uma gravação entre Lula e a presidente afastada Dilma Rousseff (PT). Na gravação, Dilma falava ao ex-presidente que estava enviando o termo de posse dele como ministro-chefe da Casa Civil. No entanto, a conversa foi grampeada após a decisão que suspendia a autorização para novos grampos envolvendo o ex-presidente. Zavascki, portanto, anulou essa prova.
Para o ministro, Sérgio Moro não tinha competência para analisar o material, por envolver a presidente da República, que só pode ser investigada pelo Supremo. Além disso, o ministro considerou irregular a divulgação das conversas.“Foi também precoce e, pelo menos parcialmente, equivocada a decisão que adiantou juízo de validade das interceptações, colhidas, em parte importante, sem abrigo judicial, quando já havia determinação de interrupção das escutas”, escreveu o ministro no despacho.
Ainda permanece no STF, pendente de análise por Teori, um pedido de investigação relacionado a esse diálogo do petista com a presidente afastada. Na solicitação, a Procuradoria Geral da República aponta suposto desvio de finalidade na nomeação do ex-presidente para a Casa Civil, numa tentativa de tumultuar e atrasar as investigações sobre ele.
Em março deste ano, Moro havia retirado o sigilo de uma série de interceptações telefônicas de Lula e divulgou o teor das conversas, entre as quais o diálogo do ex-presidente com Dilma:
Dilma: "Alô."
Lula: "Alô."
Dilma: "Lula, deixa eu te falar uma coisa."
Lula: "Fala, querida. Ahn?"
Dilma: "Seguinte, eu tô mandando o 'Bessias' junto com o papel pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá?!"
Lula:  "Uhum. Tá bom, tá bom."
Dilma: "Só isso, você espera aí que ele tá indo aí."
Lula: "Tá bom, eu tô aqui, fico aguardando."
Dilma: "Tá?!"
Lula: "Tá bom."
Dilma: "Tchau."
Lula: "Tchau, querida."
Na conversa, os dois tratavam do envio a São Paulo do termo de posse de Lula como chefe da Casa Civil. A escuta foi realizada quase duas horas depois de Moro mandar a Polícia Federalsuspender as interceptações telefônicas do petista .
Fonte: http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2016/06/investigacao-contra-lula-chega-ao-juiz-sergio-moro-em-curitiba.html

Autor CULTO ABENÇOADO NO SEU LAR LAR

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