Select Menu

TRADUZIR ESTE SITE

Web Rádio Gospel Adoração

» » Meirelles nega que usará verba do BNDES para socorrer Estados
«
Proxima
Postagem mais recente
»
Anterior
Postagem mais antiga

Contrariando, assim, depoimento de Padilha, que afirmou que o Planalto analisa aliviar as contas públicas das unidades federativas com o montante.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, descartou nesta sexta-feira (18) a hipótese de o governo usar R$ 100 bilhões que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deve à União para socorrer o Rio e outros Estados em crise.

Ele contraria, assim, fala de um colega de Esplanada. Pela manhã, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse em entrevista à Rádio Gaúcha que o Planalto analisa aliviar as contas públicas das unidades federativas, atingidas por queda nas receitas e aumento de gastos, com o montante.
Ao longo do governo de Dilma Rousseff, o dinheiro foi transferido pelo Tesouro ao banco público como forma de estimular o crédito (como empréstimos a empresas a juros baratos) e reaquecer a economia. Na véspera, a presidente do BNDES, Maria Silva Bastos Marques, afirmou que o repasse ajudaria a reduzir a dívida pública brasileira. Nada sabia sobre o plano de ajudar os Estados.
Em outubro, a maioria dos ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) foi favorável à devolução dos R$ 100 bilhões aos cofres da União. Com um porém: a operação só seria legal se recursos fossem usados exclusivamente para abater a dívida pública (cerca de R$ 3 trilhões).
O presidente Michel Temer se irritou com Padilha, pois o tema era tratado com reserva no governo, por haver dúvidas sobre sua legalidade —sequer Maria Silva Bastos estava a par do plano, segundo um auxiliar do Planalto.
Meirelles contemporizou a declaração do colega. Afirmou que Padilha se referia a um "contexto geral" de medidas que poderiam ser tomadas para amparar os Estados.
O chefe da área econômica disse que os R$ 100 bilhões são "importantes" como "alívio de curto prazo na dinâmica da dívida pública" e que eles não podem ser utilizados para apagar os incêndios estaduais.
Também enfatizou que ações do tipo dependem da avaliação da área jurídica: "o TCU se pronuncia primeiro, nós agimos depois".
O ministro desenvolveu a ideia, já mencionada na quinta (17), de emitir títulos da dívida e oferecê-los para o mercado estrangeiro —seria uma forma de preservar o ajuste fiscal tocado pelo Planalto e não deixar os Estados à própria sorte.
A operação não seria feita diretamente pelo governo federal ou pelos Estados, o que feriria a Lei da Responsabilidade Fiscal, de acordo com o ministro.
Ele citou nominalmente a emissão de títulos pela Rioprevidência, que já fez operação similar no passado. "Um dos problemas do Rio é justamente o pagamento dos aposentados."
O Rio destinou os royalties do petróleo ao pagamento de aposentados e pensionistas. Mas a queda nos recursos do petróleo prejudicou a folha da Rioprevidência.
A despesa total da autarquia, neste ano, é de R$ 20 bilhões. Em junho, havia um buraco de cerca de R$ 12 bilhões no fundo de previdência social. 
Com informações da Folhapress.

Autor CULTO ABENÇOADO NO SEU LAR LAR

Esta é uma breve descrição no bloco de autor sobre o autor. Você edita-lo, no html
«
Proxima
Postagem mais recente
»
Anterior
Postagem mais antiga

Nenhum comentário

Publicidade

Família grande projeto de Deus

Seguidores

Ocorreu um erro neste gadget

Quem sou eu

Minha foto
CULTO ABENÇOADO NO SEU LAR LAR
Visualizar meu perfil completo

Seguidores do site pelo Google+