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» » Venezuela: mais duas pessoas morrem em confrontos na fronteira com Brasil
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Duas pessoas morreram hoje em protestos em Santa Elena de Uairén, a cidade venezuelana na fronteira com o Brasil, segundo um relatório do hospital da cidade. Dezenas ficaram feridas nas manifestações de hoje, sendo que cinco delas foram levadas para serem atendidas no Brasil.
"Os dois mortos são resultantes da repressão de de militares durante distúrbios em Santa Elena de Uairén. Ambos morreram por impactos de bala, um deles na cabeça", declarou à AFP Olnar Ortiz, ativista na região da ONG Fórum Penal, crítica ao governo de Nicolás Maduro.
Desde a manhã de sábado, grupos de pessoas aguardavam a chegada de dois caminhões carregados de remédios e alimentos do Brasil, mas unidades da Guarda Nacional impediram a passagem dos veículos. O fechamento da fronteira entre Brasil e Venezuela foi ordenado pelo ditador Nicolás Maduro já na quinta-feira (21).
Houve confrontos com as forças de segurança e detonações altas foram ouvidas na cidade. Segundo o hospital de Uairén, além das duas mortes, 12 pessoas ficaram feridas. Outras cinco foram levadas para o hospital Délio Oliveira Tupinambá, em Pacaraima, do lado brasileiro da fronteira.
Segundo a Secretaria de Saúde de Roraima, o estado de saúde de todas elas é grave e os feridos devem ser transferidos para Boa Vista. Na sexta (22), nove vítimas dos conflitos na cidade venezuelana foram levadas à capital do estado. Ao todo, 16 venezuelanos já foram atendidos em hospitais brasileiros. 
Ontem, duas pessoas morreram nos confrontos com forças de segurança venezuelanas na fronteira com o Brasil. Militares abriram fogo contra um grupo de civis que tentava ajudar a manter a fronteira da Venezuela com o Brasil aberta. Segundo opositores, os mortos são da comunidade indígena Kumaracapay. A Venezuela, porém, nega que as forças do governo tenham entrada em confronto com indígenas
A situação também é tensa na fronteira venezuelana com a Colômbia. Em Cúcuta e em Ureña, a ajuda humanitária também está sendo bloqueada, tendo sido recebida com gás lacrimogêneo e balas de borracha pela Guarda Nacional Bolivariana, que apoia Maduro. O ditador não quer permitir a entrada do auxílio por ter sido negociado com os Estados Unidos, principal alvo de suas críticas internacionais, e a Colômbia, país com o qual rompeu relações diplomáticas em discurso hoje.
Maduro alega que a ajuda é apenas uma maneira de seus opositores entrarem militarmente no país e tirá-lo à força do poder. Por enquanto, a alta cúpula militar está do lado de Maduro e ajuda no bloqueio da ajuda humanitária e na contenção dos protestos, que se espalharam pelas cidades. 
* Com agências de notícias

Autor cultoabencoadonoseular.com.br

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