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sábado, 27 de julho de 2019

ASSIM COMO NOS DIAS DE NOÉ

ASSIM COMO NOS DIAS DE NOÉ
“Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho
do homem há de vir à hora em que não penseis”. (Mateus 24.44)
No Monte das Oliveira. Foi lá novamente, que o nosso Senhor Jesus, ao responder a pergunta dos discípulos: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.” (Mateus, 24: 3), inicia  um diálogo acerca do fim de todas as coisas.
Não podemos negar o que a Bíblia afirma categoricamente que acontecerá – a Terra terá um fim.. Entretanto, o fim será precedido de muitos  acontecimentos. Na verdade, Jesus não lhes indica somente um sinal, mas vários; entre eles sempre lembramos de guerras e rumores de guerras, fomes e doenças em todas as partes do mundo, terremotos, entre outros. 
Porém, um sinal que nos chama bastante atenção está relatado nos versos 37 a 39: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o receberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.” (Mateus, 24: 37-39).
O desejo do Senhor é que todo o fato da Sua volta se torne o centro da santificação dos discípulos e, em consequência, da comunidade. É por isso que remete à história de Noé. No fim dos dias será assim como no tempo do dilúvio. 
Os que estão na expectativa do Senhor e vivem de acordo com a elevada vocação estarão abrigados no seu Senhor – à semelhança dos justos que, na época de Noé, encontraram abrigo na arca.
Enquanto os verdadeiros fiéis anseiam com ardor cada vez maior pelo seu Senhor, apodera-se da humanidade uma segurança carnal cada vez mais completa. É um tempo semelhante aos que antecederam todas as grandes épocas de decisão na história. 
Todos os afazeres da vida terrena transcorrem normalmente. Todos pensam que tudo continuará assim. – Jesus não afirma que comer e beber em si fossem pecado. 
Pelo contrário, o pensamento é, antes, que no tempo de Noé, em meio à atividade diária, realizada toda ela sem Deus, irrompeu sem ser esperado ou anunciado, e de modo súbito e inescapável, o juízo da ira de Deus.
Isso se repetirá na volta de Cristo. As pessoas estarão realizando seu trabalho diário sem Deus, cultivarão o campo, moerão – e Jesus os surpreenderá nos seus afazeres. Ele não se anunciará de modo especial, nem perante o mundo, nem perante os fiéis. 
Ele quer encontrá-los na sua vida cotidiana, não no espírito domingueiro, não preparados para uma recepção solene.
Os que crêem não necessitam saber que seu Senhor vem precisamente neste dia. Não precisam abandonar o trabalho. Ele os achará dormindo ou trabalhando, porque seu coração estava e está junto dele. A separação que se processará naqueles instantes, dissolverá subitamente todos os laços terrenos, mesmo os mais íntimos.
Pr Roberto Santos | prroberto@oitavaigreja.org.br

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