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domingo, 23 de junho de 2019

VIOLÊNCIA DA MULHER - ATÉ QUE PONTO PERDOAR E ESQUECER?

Talves vc esteja se perguntando:

Até que ponto perdoar e esquecer é uma alternativa possível?
Hannah Arendt – teórica política judia perseguida pelo nazismo – fala da diferença entre perdoar e compreender. Para ela, perdoar é fazer o impossível: é praticamente desfazer o que foi feito, mas sem eliminar a consciência de que aquilo de fato ocorreu. Já compreender é entender que tal atitude é válida, dadas as circunstâncias. Assim, ela mesma dizia perdoar o nazismo, mas nunca compreendê-lo, pois compreender tamanha atrocidade seria reconhecer o mundo onde o nazismo existe como aceitável.
Tanto compreender quanto perdoar são ferramentas de crescimento e evolução pessoal, espiritual, filosófica, transcendental (escolha aí o nome que mais lhe apetece), desde que sejam puxadas do nosso “cinto de utilidades” na hora certa.
Perdoar não é fácil. Ou melhor! Perdoar não é difícil! Difícil é chegar a esse estado de espírito que permite o perdão. Uma vez que se chegue lá, é muito natural e faz mais bem a quem perdoa do que a quem é perdoado. Alivia os pesos da alma, retira de nós uma bagagem que em nada nos seria útil. E perdoar não é esquecer, porque quando perdoamos, a lembrança continua conosco como aprendizado, mas não como mágoa.
Compreender é exercer a empatia no seu grau mais elevado e ir além: é estar disposto a sair da zona de conforto e mudar o “ponto de observação”. É calçar os sapatos do outro percebendo suas motivações e suas angústias. É ganhar uma nova perspectiva – algo que só nos enriquece, mas que demanda um esforço que quase ninguém está de fato disposto a fazer.
De qualquer forma, vejo tantas mulheres se esforçando para compreender e perdoar toda sorte de atitudes vindas do amado da vez… Mas, a mesma mulher, capaz de tamanha compaixão, não perde muito tempo tentando compreender uma amiga, uma pessoa da família ou um colega de trabalho que pisou na bola.
Mas o único risco que corremos ao fazer o esforço de TENTAR compreender um amigo é o de abandonarmos um monte de bobagens que julgávamos imprescindíveis.
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As relações familiares, em sua grande maioria, têm origem em um elo de afetividade. Surgem de um enlaçamento amoroso. A essa realidade evidente por si só cabe questionar, afinal, por que as relações afetivas migram para a violência em números tão chocantes e surpreendentes? O mais intrigante é que nem sempre é por necessidade de sustento ou por não terem condições de prover sozinhas a própria existência que as mulheres se submetem, calam e não denunciam as agressões de que são vítimas.
Por que as mulheres sofrem em silêncio? Medo, vergonha, temor da incompreensão, sentimento de incapacidade, de impotência, tolerância à submissão, desrespeito a si próprias? Mas essas são as causas da violência ou são os motivos do silêncio?

O desejo do agressor é submeter a mulher à vontade própria, é dominar a vítima, daí a necessidade de controlá-la. Para isso, busca destruir sua auto-estima. As críticas constantes fazem ela acreditar que tudo que faz é errado, de nada entende, não sabe se vestir nem se comportar socialmente. É induzida a acreditar que não sabe administrar a casa nem cuidar dos filhos. A alegação de não ter um bom desempenho sexual leva ao afastamento da intimidade e à ameaça de abandono.

O silêncio passa à indiferença e às reclamações, reprimendas, reprovações. Depois vêm os castigos, as punições. Os gritos transformam-se em empurrões, tapas, socos, pontapés, num crescer sem fim. As agressões não se cingem à pessoa da vítima. O varão destrói seus objetos de estimação, a envergonha em público, a humilha diante dos filhos. Sabe que eles são o seu ponto fraco e os usa como massa de manobra, ameaçando maltratá-los.

Para dominar a mulher, procura isolá-la do mundo exterior, afastando-a da família. Proíbe as amizades, denigre a imagem dos amigos. No entanto, socialmente, o agressor é agradável, encantador. Em público se mostra um belo companheiro, a não permitir que alguma referência a atitudes agressivas mereça credibilidade.

Muitas vezes impede a esposa ou companheira de trabalhar, levando-a a se afastar de pessoas junto às quais poderia buscar apoio. Subtrai a possibilidade de ela ter contato com a sanidade e buscar ajuda. O medo da solidão a faz dependente e sua segurança resta abalada. A mulher não resiste e se torna prisioneira da vontade do par, o que gera uma situação propícia a uma verdadeira lavagem cerebral, campo fértil para o surgimento do abuso psicológico.

Assim, facilmente a vítima encontra explicações, justificativas para o comportamento do parceiro. Acredita que é uma fase, que vai passar, que ele anda estressado, trabalhando muito, com pouco dinheiro. Procura agradá-lo, ser mais compreensiva, boa parceira. Para evitar problemas, afasta-se dos amigos, submete-se à vontade do agressor, só usa as roupas que ele gosta, deixa de se maquiar para não desagradá-lo. Está constantemente assustada, pois não sabe quando será a próxima explosão, e tenta não fazer nada errado. Fica insegura e, para não zangar o companheiro, começa a perguntar a ele o que e como fazer, torna-se sua dependente. Anula a si própria, seus desejos, sonhos de realização pessoal, objetivos próprios.

O agressor sempre atribui a culpa à mulher, tenta justificar seu descontrole na conduta dela, suas exigências constantes de dinheiro, seu desleixo para com a casa e os filhos. Alega que foi ela quem começou, pois não faz nada certo, não faz o que ele manda. Ela acaba reconhecendo que ele tem razão, que em parte a culpa é sua. Assim o perdoa. Para evitar nova agressão, recua, deixando mais espaço para a agressão.



Nesse momento a mulher vira um alvo fácil. A angústia do fracasso passa a ser seu cotidiano, questiona o que fez de errado, sem se dar conta de que para o agressor não existe nada certo. Não há como satisfazer o que nada mais é do que desejo de dominação, de mando, fruto de um comportamento controlador.

Depois... vem o arrependimento, pedidos de perdão, choro, flores, promessas. A vítima acredita que ele vai mudar e se sente protegida, amada, querida. As cenas de ciúmes são recebidas como prova de amor, e ela fica lisonjeada.

Tudo fica bom até a próxima cobrança, ameaça, grito, tapa...

Forma-se um ciclo em espiral ascendente que não tem mais limite.

O homem não odeia a mulher, ele odeia a si mesmo. Muitas vezes ele foi vítima de abuso ou agressão e tem medo, precisa ter o controle da situação para se sentir seguro. A forma de se compensar é agredir.

A sociedade protege a agressividade masculina, constrói a imagem da superioridade do homem. Afetividade e sensibilidade não são expressões da masculinidade. O homem é retratado pela virilidade. Desde o nascimento, é encorajado a ser forte, não chorar, não levar desaforo para casa, não ser “maricas”. Os homens precisam ser super-homens, não lhes é permitido ser apenas humanos.

A idéia da família como uma entidade inviolável, protegida da interferência até da Justiça, faz com que a violência se torne invisível.

A violência é protegida pelo segredo; agressor e agredida fazem um pacto de silêncio, que o livra da punição. Estabelece-se um verdadeiro ciclo, a mulher não se sente vítima, o que faz desaparecer a figura do agressor. Mas o silêncio não gera nenhuma barreira. A falta de um limite faz com que a violência se exacerbe. O homem testa seus limites de dominação. Quando a agressão não gera reação, aumenta a agressividade. O agressor, para conseguir dominar, para manter a submissão, exacerba na agressão.

A ferida sara, os ossos quebrados se recuperam, o sangue seca, mas a perda da autoconfiança, a visão pessimista, a depressão, essas são feridas que não curam.

Por isso, é preciso romper o pacto de silêncio, não aceitar sequer um grito, denunciar a primeira agressão. É a única forma de estancar o ciclo da violência da qual a mulher é a grande vítima.

PS: Prestando um serviço de utilidade pública, vale dizer que em 85% dos casos, só o fato de o agressor ser denunciado e chamado pela polícia a se explicar, já é o bastante para que não volte a agredir. Portanto, no tocante a violência doméstica, perdoar e compreender depende de cada caso. DENUNCIAR É IMPERATIVO A TODOS ELES

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Falta de carinho pode acabar com o relacionamento ? como conquistar o seu cônjuge?



Entenda com esse artigo se a falta de carinho que é uma soma de todas as nossas perguntas , pode de alguma forma prejudicar o seu relacionamento. As perguntas acima deveriam ter o seu lugar em nossas vidas assim que começamos uma relação ou assim que conquistamos um paquera .
Mas como não é possível sair por aí com uma prancheta nas mão anotando o que de e o que não de ser feito em uma relação o melhor é procurar entender de vez o que está sendo feito de nossos relacionamentos .
Antes de começarmos ou logo no início de uma relação é importante colocar em pauta todos os nossos objetivos e dizer como gostamos de ser tratadas .
A Grande falha das relações é exatamente isso , dificilmente temos essa coragem e aceitamos tudo em nome do não ficar sozinhas , por isso entramos muitas vezes em uma relação que já está desgastada desde o início.
Muitas vezes está comprometida com falhas desde o início , e o grande engano discorre pelo fato de acreditarmos que isso poderá ser mudado.

Não se Deixe Enganar ,se Ele Não é Carinhoso Agora Muito Menos Depois

A verdade sobre esse fato é que quanto antes conhecer o seu parceiro melhor ,observe o comportamento dele , como ele trata as pessoas, a sua volta , se o que ele diz de si corresponde com o ele faz. Se é simpático , atencioso , ou grosseiro , insensível , ignorante , ou adjetivos como esses fazem parte da vida diária dele . Depois de observados esse fator , esteja sempre atenta se lê a trata com carinho sempre ou só depois que alguém chega .
Se ele consegue entender quando você demonstra interesse em estar ao lado dele ou e dá aquela escorregada ! Cuidados como esses podem ser fundamentais para agregar valores a sua relação , pois nossa pergunta hoje é até quando poderia suportar a falta de carinho em seurelacionamento ? Você  é carinhosa com ele? Ele recebe bem os seus carinhos ou simplesmente ignora , e te faz sentir a última das mulheres !
Se esse é o sentimento que e ele te desperta é hora de pensar sobre esse relacionamento,chamá-lo para uma boa conversa, se ele se dispôs a mostrar que os atos são inconscientes , mas se negar-se ou usar de tons irônicos , debochados  ou mesmo sarcasmo , não tem porquê se prender a esse relacionamento com certeza a falta de carinho da parte dele deixa claro que não a quer.
Mas se já existe uma relação um tanto pior seu relacionamento certamente já está acabado .O que devo fazer nesse caso ?Antes e qualquer atitude é necessário ter certeza , e mesmo diante um sinal óbvio é importante pensar , estude se esse tornou-se seu comportamento  normal ou apenas acontece , verifique a frequência. Para então tomar uma decisão definitiva. Mas a casos que felizmente não há a necessidade de testes entenda a situação.

Quando Sei que é Preciso Conquistar

A Conquista faz parte de nossas vidas diárias , é perfeitamente normal, para quem sabe fazer um belíssima conquista, mas pode ser mal interpretada também .
O que queremos frisar aqui é simplesmente que que um conquistador pode conquistar pelo simples fato de ser capaz de fazer isso e embora tenha o poder de agir sempre assim não quer dizer que todas as conquistas são intencionais e muito menos mal intencionada.
No entanto quando o assunto são os relacionamentos , é importante que você se preocupe sempre em conquistar , se percebe que ele não consegue ser carinhoso , então seja você e observe como ele recebe esse carinho, seja sempre gentil , educada , paciente , calma tolerante ,atenciosas, amorosa .
Essas serão suas armas poderosas da conquista de seu homem, Procure estar sempre bonita ,cheirosa, atente-se para surpreendê-lo , sempre , encanta-lo ,impressioná-lo. Dessa forma sempre terá algo a mais para fazer ele pensar antes de tratar você como qualquer uma .
A Falta de carinho definitivamente poderá acabar sim não só com o relacionamento como também o amor de uma mulher , seja quanto forte for , a falta de carinho certamente esfriará os sentimentos dela e a disposição para motivar-se e motivar a relação poderá ter fim isso acarretaria um enfado conjugal e até o fim definitivo dele.
Agora que já sabe . considere avaliar como tem tratado seu cônjuge também , que deseja receber carinho deve ser carinhoso , pare e pense quantas mensagens de carinho já enviou hoje para ele . Com quantas palavras doce você começou o dia com ele ,não  considere só a intimidade para derramar-se de amor , seja dócil sempre o carinho pode aquecer uma relação e esquentar e até aumentar bastante a sua intimidade.
Por isso reba e conceda carinho o tempo todo essa troca é muito importante e pode ser um dos pilares fundamentais no casamento , namoro , noivado , ou até para uma relação que não se firmado ainda.



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50 COISAS QUE OS HOMENS GOSTARIAM QUE AS MULHERES SOUBESSEM

O universo masculino não é exatamente mais simples que o universo feminino: ele também tem nuanças, camadas, recônditos, mistérios não revelados e segredos de intimidades. Entretanto, aos olhos delas, este universo pode parecer mais simples por dois motivos.
Primeiro, o universo masculino é mais direto. Não existem muitas entrelinhas nele.
Segundo: diferentemente dos meninos – que só pensam no próprio umbigo -, todos (sim, todos!) os Homens se preocupam e se empenham em compreender as mulheres, atender às necessidades delas e resolver suas vontades imensas.
Diga aí: quantas mulheres você conhece que mostram reciprocidade nesse sentido? Quantas mulheres do seu círculo de conhecidas REALMENTE se esforçam para estudar e compreender o multiverso da masculinidade?
Por isso, para facilitar a tarefa delas, segue um resumão da nossa apostila. Vai que alguém decide sair do pântano da preguiça recheada de estereótipos e opta por uma incursão inteligente na incrível galáxia dos Homens?
Se isso acontecer por obra de algum milagre, nós gostaríamos que você soubesse que…
  1. INDIRETAS SÃO INÚTEIS. Se você disser que “está tudo bem”, ele entenderá que está tudo bem. Seu homem é um Homem, não um mutante telepata. Se você tem algo para dizer, diga com todas as letras. E se você perguntar algo a ele, o que ele disser é exatamente o que ele queria lhe dizer. Simples assim. Independente do que suas teorias conspiratórias construíram na sua mente, não existe uma mensagem criptografada ali. Por isso…
  1. PERGUNTAR SOBRE AS VERDADES QUE VOCÊ NÃO QUER OUVIR É UMA PERDA DE TEMPO. Não faça uma pergunta para qual você não está preparada para ouvir a resposta. Eventualmente, ele poderá tentar mentir. Mas você saberá disso instantaneamente.
  1. FICAR EM SILÊNCIO NÃO RESOLVE. Se o seu Homem lhe ama, ele certamente ama ficar em silêncio ao seu lado de vez em quando. Mas se o clima azedou, manter o silêncio não irá ajudar muito – quem deixa as coisas em suspenso é cabide. Você não é um cabide. Respeite o silêncio dele por algum tempo, mas não tempo demais. Estar em um relacionamento onde os dois pirracentos brigam e brincam de vaca-amarela-pulou-a-janela não sinaliza maturidade. Quando bem dosado, o silêncio é importante para os dois. Uma Mulher sabe interferir com charme para resolver o silêncio que seu Homem necessitou. Ela reflete e reage com sabedoria, nunca com agressividade.
  1. O QUE FOI RESOLVIDO, RESOLVIDO ESTÁ. Vamos dizer que ele fez algo que lhe irritou profundamente. Você conversa a respeito e o assunto se dá por encerrado. Horas – ou meses, ou anos – mais tarde, você se lembra que ainda está irritada com o ocorrido e, do nada, traz toda a discussão à tona novamente. Isso não faz sentido. O mundo masculino ama a Lógica e a Razão. Agindo assim, você não está ‘fechando um ciclo”, está apenas sendo chata.
  1. O PASSADO PERTENCE AO PASSADO. O que ele – ou você – fez no passado, ficou no passado. Se isso foi algo inaceitável, terminem. Mas se você optou pelo perdão, então perdoe e enterre o assunto de uma vez por todas.
  1. PERMANECER NA INSEGURANÇA É UMA PERDA DE TEMPO. Se ele está com você, ele ESTÁ com você. Diferentemente de crianças e meninos, Homens sabem o que querem. Se você se sentiu enciumada por algum motivo, volte aos itens 1 e 2.
  1. ATENÇÃO NÃO É GRUDE. Mulheres atenciosas são deliciosas; mulheres grudentas são um saco. Se ele não retornou sua mensagem no Whats, ou olhou e não respondeu, ele não está fervendo de ódio por você, ou perdeu o interesse, ou lhe esqueceu completamente. Pode ser que esteja apenas ocupado fazendo alguma outra coisa. Obsessões assustam. Pegue leve.
  1. FAZER PROPAGANDA DO QUE VOCÊ NÃO É, NÃO FUNCIONA. É como servir uma caipirinha para alguém que pediu um chope. Se você não gosta de esportes, não finja gostar apenas para agradá-lo. Vocês podem ser perfeitos um para o outro mesmo dentro de suas idiossincrasias.
  1. SE FAZER DE DIFÍCIL NÃO É COMPORTAMENTO DE QUEM SABE O QUE QUER. O jogo de gato e rato funciona apenas até um certo ponto. Se você exagerar, estará passando uma mensagem de desinteresse. Se essa é a intenção, ótimo. Mas se não é, cuidado. Não estou dizendo que você deva ser fácil – fazer um charme ajuda a valorizar a mercadoria -, mas um caçador não segue a sua caça pela eternidade. É uma grande floresta e existem outras presas tão interessantes quanto você. Uma hora, o ímpeto dele irá diminuir e ele irá desistir. Eu sei, se fazer de difícil é algo que lhe foi ensinado por gerações de mulheres indecisas. Mas você não precisa ir para o extremo da honestidade e pular sobre a jugular dele: basta temperar seu grau de dificuldade e definir com honestidade suas intenções.
  1. EXISTE UM LIMITE PARA SE FAZER DE DENGOSA. A demonstração de vulnerabilidade feminina é capaz de atiçar os instintos mais deliciosos de um Homem. Por isso, dentro do contexto apropriado,uma mulher dengosa será sempre harmoniosa, sedutora e estimulante. Mas uma mulher que se comporta e fala como uma criança, não. Encontre um ponto de equilíbrio fora do ridículo.
  1. FAZER PIADAS COM SEU HOMEM É UMA ÓTIMA MANEIRA DE ENTREGÁ-LO PARA OUTRA. Ninguém gosta de ser motivo de piada. Mulheres amam falar de suas vidas e é inevitável que entrem no assunto “relacionamento” uma hora. Torná-lo motivo de risos é humilhante – para dizer o mínimo – e não adianta depois tentar consertar tudo dizendo que ele tem um ego enorme, que deveria levar na esportiva e coisa e tal.
  1. SE VOCÊ NÃO QUER SEXO, RELACIONE-SE COM UM CACTO. Homens gostam de sexo. Seres humanos gostam de sexo – é assim que a espécie se reproduz. Se você não gosta tanto, provavelmente ainda não viveu a experiência do modo certo. Não o culpe por gostar intensamente de algo que você ainda não descobriu com a plenitude exata. Exceto se você for adepta de práticas de swing, ter sexo exclusivamente com seu Homem é exatamente o que difere seu relacionamento com ele de todos os demais. Mas sexo não é a resposta para tudo. Sexo não irá resolver os problemas do seu relacionamento.
  1. VOCÊ PODE (E DEVE) SER PROATIVA. Não somos telepatas. Manifeste seu interesse, tome a iniciativa vez ou outra. Uma mulher determinada é no mínimo digna de respeito. Se você quer algo, vá lá e pegue. Vá ao sex shop, compre alguns brinquedos e apresente-os na hora do rala e rola. Ou agarre maciamente o pinto dele por baixo do lençol à noite e diga ao pé do ouvido: “Vem me catar, vem”. Não se espante: homens também gostam de ser seduzidos.
  1. SÓ PEÇA O QUE VOCÊ TEM PARA OFERECER. Isso tem tanto a ver com sexo como com qualquer favor em geral. Ele se levantou da cama para fazer algo e você pediu um copo de água. Ele trouxe. Mais tarde, você se levanta da cama e ele pede que você traga algo similar. “Levante e vá pegar”, você responde. Isso não é apenas irracional: é egoísta e desrespeitoso, uma completa FALTA DE EDUCAÇÃO. Se quer que ele cozinhe para você, mas não está disposta a cozinhar para ele, você está sendo hipócrita. Se quer receber sexo oral, mas não está disposta a fazer sexo oral nele, você está sendo hipócrita. Não espere que ele faça para você o que você não faz por ele.
  1. HOMENS LEVAM O COMPROMISSO A SÉRIO. Existe todo este mito sobre os homens fugirem do casamento como o diabo da cruz, mas as evidências sugerem que homens levam seus vínculos emocionais bastante a sério. Por insegurança ou necessidade de reafirmação constante da masculinidade, eles podem levar mais tempo para assumi-los, mas 90% dos homens casados afirmam que, se lhes fosse dada a escolha, casariam com a mesma mulher novamente.
  1. SEU EX É SEU EX – E O ATUAL NÃO QUER SABER MAIS QUE ISSO. Você quer ficar sentada e ouvindo enquanto ele conta sobre todas as mulheres que levou para cama, os sentimentos e experiências sexuais que teve com cada uma delas? É, eu imaginei que não. Então não faça isso também. Ele não tem o menor interesse em saber dos seus ex ou ser comparado com eles – ainda que você tente fazer disso algo positivo e construtivo. Esse tipo de conversa tende a surgir quando o relacionamento engrena e se aprofunda: você pode acreditar que deixá-lo saber de suas mágoas oferecerá pistas sobre o que você gosta e o que você não tolera, mas nunca conheci um Homem que estivesse disposto a debater diariamente com sua namorada sobre todos ex dela. Isso é um sinal de desrespeito com ele e com a relação em andamento.
  1. SEU HOMEM NÃO É SEU SACO DE PANCADAS. Na verdade, ninguém é saco de pancadas de ninguém. Um Homem que ama está interessado em lhe oferecer apoio, acima de qualquer coisa, mas ele é um ser humano e nossa espécie é conhecida por ter vários limites – e a paciência é um deles.
  1. SE VOCÊ QUER QUE ELE TE CONHEÇA, ENTREGUE-SE. Abra-se, mostre-se! Não anatomicamente, mas emocionalmente. Como pode esperar que ele lhe enxergue e entenda seus sentimentos se você está escondida debaixo de quinhentos escudos emocionais, defendendo sua intimidade com unhas e dentes? Sua entrega é mais sexy que qualquer lingerie.
  1. HOMENS CRIAM LAÇOS POR MEIO DE ATIVIDADES. Muitos caras preferem demonstrar seus sentimentos por meio de ações ao invés de palavras. Quando ele conserta um chuveiro, desentope um ralo, pinta uma parede ou leva seu carro para a revisão, este é o modo bronco dele dizer “Eu te amo”. Nós também reforçamos nossos laços fazendo atividades com as pessoas que gostamos, tais como sair para pescar, jogar sinuca, praticar esportes, andar de moto, explorar uma trilha ou descobrir uma praia ou cachoeira. E sexo também é uma atividade, ok?
  1. SIM, ANDE ARRUMADA. Não, você não deve se parecer com uma supermodelo o tempo todo. Entretanto, ele também não merece lhe ver com bobs no cabelo, máscara facial, pinçando pêlos da virilha, vestindo um saco de batatas para ir dormir ou defecando com a porta do banheiro aberta. Tenha um mínimo de charme e decência dentro do bom senso. Mas esqueça aquela massa corrida que você usa para rebocar o rosto antes da festa: saiba que ele acha você mais linda justamente quando não tenta tanto ficar tão mais linda. Ah, e cuide do seu peso – mas não espere que ele chame sua atenção quanto a isso.
  1. VOCÊ FICA SEXY DE MEIAS. Ao contrário do que acontece conosco – um homem apenas de meias é patético, para dizer o mínimo -, mulheres de meias são sexy. Uma mulher nua de salto alto ou mesmo tênis e meias, então… hummm…
  1. O PODER DE UM OMBRO DE FORA SEMPRE FOI SUBESTIMADO. Coloque uma blusa com um ombro – ou ambos os ombros – de fora e observe como o olhar dele sai do modo “contemplação” para o modo “fome”. Blusas que deixam seus ombros de fora são absurdamente sensuais.O mesmo vale para rabos-de-cavalo. Ombros e nucas femininas ainda não descobriram o poder que tem.
  1. NOSSOS TESTÍCULOS SÃO SENSÍVEIS. Eles não são bolas de fisioterapia para você fortalecer os músculos das suas mãos. Manuseie-os com cautela.
  1. HOMENS GOSTAM DE CARINHO. Podemos ter alguns sintomas de que ainda estamos na idade da pedra, mas são apenas escudos. Ofereça um colo ao seu homem e ele se derreterá na ponta dos seus dedos – especialmente se ele não estiver se sentindo muito bem por algum motivo. Um Homem gosta de andar de mãos dadas com sua mulher, gosta de beijos e gosta de abraços – e nem sempre essas demonstrações de afeto precisam terminar em sexo.
  1. HOMENS OUVEM. Sim, incrível, não? Enquanto você fala e fala, e ele responde com monossílabos e parece estar com a cabeça em outra dimensão, na verdade ele está ouvindo o que você diz. Só porque ele não está dizendo muita coisa, não quer dizer que ele não está prestando atenção. A maioria dos homens prefere ouvir em silêncio enquanto reflete sobre o que está sendo dito. Mas não adianta conversar com ele na hora errada, se ele estiver focado em outra atividade TV, Internet ou resolvendo um problema, sinto muito ele não vai ouvir: o cérebro masculino trabalha no modo atenção integral.
  1. ELE SABE QUANDO VOCÊ ESTÁ MENTINDO. Não reclame. Este não foi um sexto-sentido fornecido com exclusividade para o sexo feminino. Seja sempre verdadeira. Isso não é o mesmo que sair tagarelando tudo – passado, presente e futuro -, mas comunicar com honestidade.
  1. HOMENS SÃO CAPAZES DE FALAR SOBRE SENTIMENTOS. Talvez ele tenha um jeito estoico, resiliente, durão de ser, mas isso não quer dizer que suas emoções sejam inacessíveis. Provavelmente, ele irá falar dos próprios sentimentos de modo indireto. Pergunte o que ele faria em um fim de semana romântico ou como ele se sentiu a primeira vez que vocês foram para a cama (ele certamente estava tão nervoso quanto você!). As respostas irão expor como ele se sente.
  1. ELE PENSA EM VOCÊ MAIS DO QUE GOSTARIA DE ADMITIR. Alguns homens podem ter uma dificuldade enorme para expressar suas emoções. Seja sensível e conduza-o delicadamente para um relacionamento onde os sentimentos possam ser manifestados sem julgamentos ou risco de serem ridicularizados.
  1. HOMENS APRECIAM ELOGIOS. Mas não diga que ele ficou “fofo” ou ‘uma gracinha” naquela roupa ou como as sobrancelhas dele ficaram simétricas. Ele é um Homem, não sua amiga ou um bichinho de pelúcia. Valorize a força, a coragem, a criatividade, a honra, o respeito, a proteção, a capacidade de liderança e o sexo que ele lhe oferece. Estes são os cenários que agradam aos homens.
  1. HOMENS DESAPEGAM QUANDO SUAS NECESSIDADES NÃO SÃO ATENDIDAS. Se um Homem não se sente amado e valorizado no relacionamento, ele irá buscar satisfação em algum outro lugar. Alguns se dedicam de corpo e alma ao trabalho, outros desenvolvem uma fixação por algum esporte ou videogame, e alguns homens traem. Não que isso justifique o comportamento, mas é assim que a cabeça dele funciona. Não sonegue inteligência, compreensão, ternura ou sexo.
  1. HOMENS NECESSITAM DE AUTOAFIRMAÇÃO. Ainda que as definições mais românticas digam que “Amar é dar sem a intenção de receber’, sejamos realistas: não é assim que o mundo real funciona. O mundo real baseia-se em Reciprocidade. Se você apenas dá sem receber coisa alguma em troca, cedo ou tarde seu pote ficará vazio. Gratidão, valorização e reconhecimento são combustíveis poderosos para o amor de um Homem. Ele pode até não exprimir suas vontades e necessidades com todas as letras, mas tenha certeza de que ele busca incessantemente sentir que você se orgulha dele.
  1. TAPINHAS SÃO UM SACO. Por algum evento celeste inédito, aconteceu do seu namorado ou marido fazer uma piada realmente hilariante na mesa do bar, entre amigos. Você ri de se acabar e dá “tapinhas” nele. Já vi mulheres darem “tapinhas carinhosos” no rosto do seu homem em momentos assim. Se ela fosse um homem, um dos dois acabaria no hospital e o outro, na cadeia. Simplesmente não faça isso. Ponto. Bata palmas e dê gargalhadas, mas elimine os tapinhas do seu portfólio.
  1. VOCÊ NÃO O CONHECE MELHOR QUE ELE MESMO. Não tente parecer uma vidente ou a rainha da análise psicológica. Ninguém conhece outra pessoa melhor que ela mesma, não interessa o quanto de Lacan, Freud ou Jung você tenha lido.
  1. DIZER O QUE ELE PODE OU NÃO PODE FAZER É COMO SOLTAR GASES DURANTE O SEXO ORAL. Tente dar ordens para um Homem e assista um animal empacar e ficar emburrado por dias a fio.
  1. SE VOCÊ QUER CONSERTAR ALGUÉM, DEVERIA COMPRAR UM MANEQUIM. Se algo nele é inaceitável para você, não inicie um relacionamento na esperança de consertar aquilo com o tempo. Ele é um Homem, não um cano furado. Se for um imbecil, provavelmente continuará sendo um imbecil ao longo dos anos. Aceite isso ou chute-o para longe de sua vida, mas não crie um inferno para ambos por décadas reclamando de algo que você soube desde o princípio.
  1. OLHAR NÃO SIGNIFICA INTERESSE. Só porque ele olhou para uma bunda não significa que ele irá lá propor casamento à ela assim que você se distrair. E isso também não significa que ele não lhe acha mais atraente. Ele apenas olhou. Vai dizer que você não olha também? Talvez você seja mais discreta, mas não seja fingida.
  1. VOCÊ NÃO É APENAS UM CORPO PARA ELE. Se ele diz que você é gostosa, isso não significa que você seja apenas isso. Desencane. O amor de um Homem não é tão diferente assim do seu. Ele vai além do físico e se estende para sua inteligência, criatividade, generosidade, honestidade e capacidade para afeto. Todavia, pelo fato do Homem ser essencialmente um libidinoso visual, ele precisa apreciar o corpo da mulher, mesmo que não seja o padrão de beleza social. Um Homem nunca se vinculará a uma mulher cuja aparência não o agrade.
  1. PARA UM HOMEM, NADA SE COMPARA A UM BOM CORAÇÃO. Sexo oral e massagens tântricas podem mostrar seu grau de dedicação a ele, mas nada será mais crítico para o relacionamento que ele perceber que você tem um bom coração. Não existe charme em agir como uma louca destemperada.
  1. SATISFAZER VOCÊ É UMA DAS MAIORES ALEGRIAS DA VIDA DELE. É desse jeito mesmo. Para um Homem em um relacionamento, tudo tem a ver com a satisfação de sua mulher. Quando seu Homem está reunido com aqueles dois melhores amigos dele, ele não se gaba de quantas vezes gozou em você, mas de quantas vezes foi capaz de fazer VOCÊ gozar.
  1. NENHUM SOM NO MUNDO É MAIS BELO QUE VOCÊ TENDO UM ORGASMO. Não economize nos seus gemidos. Xingue, pragueje, acorde os vizinhos dois andares abaixo. Mas não tente fingir: isso é péssimo – e provavelmente você não é tão boa nisso quanto pensa que é.
  1. ELE DESEJA O SEU BEM. Se seus instintos lhe dizem que você optou por um Homem decente, dê a ele o benefício da dúvida.Confie e surpreenda-se com a intensidade da dedicação dele pelo seu bem estar.
  1. ELE QUER QUE VOCÊ PRECISE DELE. Você é uma mulher moderna independente, mas seu Homem funciona em um corpo que foi programado lá no distante neolítico. Ele quer se sentir útil, quer estar ao seu lado e saber que é necessário. Deixe-o trocar uma lâmpada ou abrir uma lata de palmito de vez em quanto. Isso irá fazer bem ao ego masculino.
  1. PROVOCAR CIÚMES NÃO TORNA VOCÊ MAIS ATRAENTE. Esse é um jogo cansativo e desgastante. Evite.E entenda de uma vez por todas: ele pode ser controlado e autoconfiante, mas ele sente ciúmes de TODOS os seus amigos héteros. Você compreenderia isso se tivesse bagos.
  1. SE QUER SER DEFENDIDA, DEFENDA-SE PRIMEIRO. Não espere que seu Homem levante-se para defender sua “honra” se você decidiu fazer o jogo do ciúme e deu bola para outro ou permitiu uma aproximação além do aceitável. Esse é um comportamento infantil. Todavia, se ele entender que você estabeleceu um perímetro e outro sujeito o invadiu contra a sua vontade, bom, aí é outra história. A masculinidade é essencialmente leal, protetora e territorial. As chances são de que o caldo entorne, e feio.
  1. A EMPATIA DELE CONSISTE EM AJUDAR VOCÊ A RESOLVER SEUS PROBLEMAS. Se você trouxer problemas, ele se empenhará para lhe oferecer soluções. Este é o modo dele mostrar que lhe ouviu e que se importa com você. Homens gostam de resolver problemas. Agora, ver uma mulher capaz de resolver os próprios problemas, bom, isso significa quase uma ereção instantânea.
  1. A VIDA DELE EXISTIA ANTES DE VOCÊ EXISTIR NELA. Não tente afastá-lo de seus amigos, disputar espaço com os hobbies dele, ou afastá-lo de seus afazeres para receber mais atenção. Uma mulher controladora é absolutamente broxante.
  1. VOCÊ NÃO TEM OBRIGAÇÃO DE GOSTAR DO QUE ELE GOSTA. Algumas vezes, ele quer manter alguns hobbies só para si. Homens precisam desse tipo de solitude. Não seja hipersensível levando isso para o lado pessoal. Mas atenção: ele irá achar o máximo se você for simpática com os grandes amigos dele.
  1. ELE NÃO TEM OBRIGAÇÃO DE GOSTAR DO QUE VOCÊ GOSTA. Ele é um Homem e, considerando o escopo deste texto, gosta de mulheres. Provavelmente, você não compartilha esse gosto na mesma proporção. Apesar de compartilharem a mesma espécie humana, vocês têm gêneros diferentes – e alguns gostos serão simplesmente incompatíveis.
  1. ULTIMATOS SÃO UMA FACA DE DOIS GUMES. Não ofereça ultimatos se você não estiver disposta a ir até as últimas consequências. O brio de um Homem é capaz de enormes imbecilidades. Ameace-o com uma separação e ele provavelmente não pensará duas vezes antes de partir. Se você está incomodada com algo, verbalize de forma clara e objetiva. Geralmente, o Homem conseguirá compreender.
  1. ENCARAR UM TÉRMINO COM DIGNIDADE INSPIRA RESPEITO.Se o relacionamento terminou, lide com isso de forma madura. Tenham uma conversa honesta sobre os motivos e pronto. Não fique assediando-o até o ponto dele desativar o Facebook e trocar o número do celular. Você estará apenas prolongando seu próprio sofrimento.  Fonte:https://manhoodbrasil.com.br/2017/03/10/50-coisas-que-os-homens-gostariam-que-as-mulheres-soubessem/
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7 maneiras de deixar o seu marido totalmente satisfeito com você

Algumas mudanças na relação não dependem muito do seu parceiro, tente mudar suas atitudes e verá a satisfação do seu marido por ter se casado com você.

Uma relação saudável tem por objetivo o bem-estar do lar. Marido e mulher esforçam-se para edificar um matrimônio onde amor possa ser nutrido de coisas simples todos os dias. O tempo que o casal se dedica ao outro torna-se um fator de grande valor para que esse amor seja edificado em alicerces fortes e verdadeiros.
Perceba as 7 maneiras de deixar o marido totalmente satisfeito com você:

1. Amor-próprio

A mulher que possui amor-próprio tem o poder de conquistar diariamente o amor do seu marido, porque ela é uma mulher forte e segura de si mesma, sendo assim, o parceiro irá desejar tê-la sempre presente em sua vida, pois ele sabe que ela é rara e única.

2. Seja firme

Uma mulher firme é diferente de uma mulher bruta, pois a mulher firme conhece seus ideais e sabe de seus valores e não abre mão do certo, por nada e nem por ninguém. Ela saberá aconselhar seu parceiro e corrigi-lo quando preciso, isso fará com que ele se sinta seguro por lhe ter na vida dele.

3. Seja verdadeira

A verdade é precisa em todos os momentos da vida, porque dela provém parte do bem-estar da relação. Isso requer mudanças que só a sinceridade entre o casal pode oferecer. Através dela é possível enxergar as vulnerabilidades do relacionamento.

4. Seja equilibrada

Há muitas coisas na relação que podem deixar uma esposa muito irritada, porém, uma mulher equilibrada mantém a postura e “dribla” a situação, ela jamais esquece o tipo de mulher valorosa que ela é, e nada e nem ninguém poderá tirar isso dela. Esse tipo de atitude faz seu marido desejar estar sempre ao lado dela.

5. Seja jovem

A verdadeira juventude está na alma de uma mulher e não nos traços físicos, pois uma mulher com a juventude na alma pode ter 50 anos e ser intolerante com suas neuras. Ela não se permite adoecer e nem envelhecer, sua alegria brota de seu coração e sempre enxerga o melhor no seu parceiro, sendo assim, ela tem total admiração dos filhos e do seu companheiro.

6. Seja otimista

Uma esposa otimista possui expectativas sobre si mesma e sobre sua família, ela ajuda todos a terem sonhos e correrem atrás deles. Esse tipo de mulher não deixa o cônjuge desistir de quem ele deve se tornar e, por isso, ele fará de tudo para fazê-la feliz.

7. Seja resolvida

Uma esposa resolvida não teme suas decisões, ela tem controle sobre suas emoções, não espera do parceiro aquilo que nem mesmo ela pode oferecer. Sabe reconhecer suas falhas e de seus familiares e sabe perdoar o que precisa ser perdoado em seu lar. Esse tipo de mulher faz seu marido desejar voltar para casa todos os dias.
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OS DEVERES DOS MARIDOS

Tanto o homem como a mulher receberam de Deus atribuições para a vida familiar – algumas iguais, algumas diferentes. Por exemplo, ao criar a mulher para ser uma ajudadora do seu marido (Gn 2.18), o Pai Celeste definiu o papel do homem como cabeça (ou governo) do lar; e é justamente por este aspecto que queremos começar abordando os deveres do marido.
Também encontramos nas Escrituras ordens claras sobre a responsabilidade do marido de amar (honrar) sua esposa (Ef 5.25) e, o que separamos como um papel ainda distinto, ser amante (físico) de sua mulher (1 Co 7.3-5). Entendemos ainda que, quando criou o homem e o estabeleceu no Éden, o Senhor deu-lhe duas distintas funções: lavrar e guardar o jardim (Gn 2.15). Logo, mesmo antes de criar a mulher e estabelecer a família (que já existiam em seu propósito eterno), o Criador definiu o papel do homem como provedor e protetor de sua futura família.
Portanto, os cinco principais deveres do marido – de procurar agradar e fazer feliz sua mulher, são:
1. Ser o cabeça do lar;
2. Amar sua esposa;
3. Ser amante (sexual) de sua esposa;
4. Ser provedor;
5. Ser protetor.
O MARIDO DEVE SER O CABEÇA DO LAR
Alguns homens, erroneamente interpretam sua função de cabeça do lar como uma posição em que os outros (principalmente sua própria esposa) devem reconhecê-lo. Mas quando falamos dos deveres dos maridos, queremos enfatizar o papel que ele, o homem da casa, deve cumprir.
É lógico que parte dos deveres da esposa é reconhecer e submeter-se a esta posição do marido, mas há alguns homens que querem que outros reconheçam neles um encargo que eles mesmo nunca assumiram! A negligência de muitos esposos “empurram” suas mulheres a assumirem deveres e funções que não pertencem a elas, e no fim muitos deles ainda reclamam de alguém ter “usurpado” sua posição! Portanto, repito, o propósito deste ensino é ajudar os maridos a entenderem o que eles precisam fazer quanto à responsabilidade de governo que lhes foi dada pelo Senhor.
“Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo”. (1 Coríntios 11.3)
A importância do assunto é destacada na expressão usada pelo apóstolo: “quero que saibais que”… Não podemos ignorar os princípios divinos para o funcionamento da família! E um deles é o homem como governo de seu lar:
“Porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo”. (Efésios 5.23)
É claro que assumir a função de cabeça do lar também exigirá que o marido venha a saber COMO fazer isto. Falaremos sobre esta questão depois de definir qual é o nível de autoridade que o Senhor determinou que o homem exercesse em sua própria casa.
Qual é a autoridade do marido sobre a sua esposa?
Há uma verdade bíblica que tem sido pouco compreendida por muitos casais cristãos. Trata-se da questão da autoridade do homem sobre sua própria casa, começando pela relação marido e mulher (este é o primeiro nível vivido antes – e depois – da chegada dos filhos). A Palavra de Deus nos mostra claramente que a mulher, enquanto na condição de filha, estava sob a autoridade de seu pai. Esta autoridade dava ao pai o direito de validar (ou não) o voto que sua filha fazia ao Senhor:
“Falou Moisés aos cabeças das tribos dos filhos de Israel, dizendo: Esta é a palavra que o Senhor ordenou: Quando um homem fizer voto ao Senhor ou juramento para obrigar-se a alguma abstinência, não violará a sua palavra; segundo tudo o que prometeu, fará. Quando, porém, uma mulher fizer voto ao Senhor ou se obrigar a alguma abstinência, estando em casa de seu pai, na sua mocidade, e seu pai, sabendo do voto e da abstinência a que ela se obrigou, calar-se para com ela, todos os seus votos serão válidos; terá de observar toda a abstinência a que se obrigou. Mas, se o pai, no dia em que tal souber, o desaprovar, não será válido nenhum dos votos dela, nem lhe será preciso observar a abstinência a que se obrigou; o Senhor lhe perdoará, porque o pai dela a isso se opôs”. (Números 30.1-5)
Agora perceba, na continuação da instrução divina sobre a questão dos votos, no texto bíblico, que o homem, ao casar-se, assume diante de Deus exatamente a mesma autoridade que o pai tinha sobre sua filha quando esta ainda vivia, como solteira, em sua casa. Ao casar-se, o marido passava então a ter a mesma autoridade de validar (ou não) os votos de sua esposa:
“Porém, se ela se casar, ainda sob seus votos ou dito irrefletido dos seus lábios, com que a si mesma se obrigou, e seu marido, ouvindo-o, calar-se para com ela no dia em que o ouvir, serão válidos os votos dela, e lhe será preciso observar a abstinência a que se obrigou. Mas, se seu marido o desaprovar no dia em que o ouvir e anular o voto que estava sobre ela, como também o dito irrefletido dos seus lábios, com que a si mesma se obrigou, o Senhor lho perdoará. No tocante ao voto da viúva ou da divorciada, tudo com que se obrigar lhe será válido. Porém, se fez voto na casa de seu marido ou com juramento se obrigou a alguma abstinência e seu marido o soube, e se calou para com ela, e lho não desaprovou, todos os votos dela serão válidos; e lhe será preciso observar toda a abstinência a que a si mesma se obrigou. Porém, se seu marido lhos anulou no dia em que o soube, tudo quanto saiu dos lábios dela, quer dos seus votos, quer da abstinência a que a si mesma se obrigou, não será válido; seu marido lhos anulou, e o Senhor perdoará a ela. Todo voto e todo juramento com que ela se obrigou, para afligir a sua alma, seu marido pode confirmar ou anular. Porém, se seu marido, dia após dia, se calar para com ela, então, confirma todos os votos dela e tudo aquilo a que ela se obrigou, porquanto se calou para com ela no dia em que o soube. Porém, se lhos anular depois de os ter ouvido, responderá pela obrigação dela.”. (Números 30.6-15)
Num dia destes, depois de realizar uma cerimônia de casamento, minha filha Lissa, com apenas nove anos na ocasião, perguntou-me porque que, em nossa cultura, é o pai que entra com a noiva para entregá-la ao noivo. Respondi a ela que o casamento é o momento em que os filhos deixam pai e mãe para unirem-se através da aliança matrimonial e formarem sua própria família. Também aproveitei para ensinar a ela que, no momento em que o pai está entregando sua filha ao noivo, a autoridade que o pai tinha sobre sua filha está sendo transferida ao marido. Estas verdades não precisam ser ensinadas somente aos maridos (e depois do casamento); deveríamos ensinar isto aos nossos filhos desde a infância, preparando-os para o relacionamento mais importante que um dia virão a ter.
Quando as mulheres ouvem falar de submissão ao marido só depois de serem adultas, provavelmente vão reagir de forma contrária ao conceito que parece ser de domínio ou controle, quando na verdade retrata proteção. A Lissa sabe que ter um pai que é seu protetor, provedor, líder e que não abusa da autoridade que tem é uma grande bênção! E desde sua infância ela está sendo preparada para que um dia esta autoridade (abençoadora e não-abusiva) do pai seja transferida ao seu marido na ocasião do casamento.
Autoridade x Autoritarismo
A Bíblia faz uma clara distinção entre a autoridade e o autoritarismo, que podemos definir como sendo o uso errado (ou abuso) da autoridade. Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, autoritário é alguém “que se firma numa autoridade forte, ditatorial; dominador, impositivo”.
Assim como Deus é o cabeça de Cristo e Cristo o cabeça do homem (1 Co 11.3), com o exercício de uma autoridade abençoadora e não dominadora ou ditatorial, assim também deve ser o exercício da autoridade do marido no lar. O Senhor Jesus ensinou-nos que os valores do Reino de Deus são diferentes dos valores deste sistema mundano e dos da nossa inclinação carnal. Ele claramente advertiu-nos a não buscar dominar aos outros e nem tampouco usarmos de autoridade para sermos servidos; pelo contrário, Ele nos ensinou a exercer uma liderança servidora:
“Mas Jesus, chamando-os para junto de si, disse-lhes: Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”. (Marcos 10.42-45)
Portanto, o principal papel do homem como cabeça do lar é servir sua mulher (e depois – e também – aos seus filhos). Claro que isto envolve dar direção e tomar decisões, só não envolve abuso, tirania e falta de respeito. Quando Pedro escreveu aos presbíteros, que eram os líderes responsáveis pelo governo das igrejas locais (1 Tm 5.17), mostrou como deveriam exercer a autoridade que Deus lhes confiou:
“Nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho”. (1 Pedro 5.3)
Governar não é dominar, é conduzir por meio de respeito (não de mera imposição). Alguns maridos não entendem a posição dada por Deus à mulher de ajudadora (falaremos mais sobre isso adiante) e agem como se elas não devessem dar opinião alguma sobre nada. A verdade é que o homem deve aprender a ouvir sua esposa e que, o próprio Deus, certa ocasião teve que orientar a Abraão, o pai da fé, a fazer isso:
“ Disse, porém, Deus a Abraão: Não te pareça isso mal por causa do moço e por causa da tua serva; atende a Sara em tudo o que ela te disser; porque por Isaque será chamada a tua descendência”. (Gênesis 21.12)
Se ser o cabeça do lar envolvesse tomar decisões sozinho, sem consultar a esposa, Deus jamais teria trazido esta orientação! Falaremos mais sobre isto ao falar dos deveres das esposas, que envolve ser uma ajudadora.
O governo espiritual do lar
Ser o cabeça do lar envolve conduzir não apenas as questões naturais da vida familiar, mas também (e principalmente) o governo espiritual do lar. Ao falar sobre as qualificações necessárias para quem deseja o episcopado, o apóstolo Paulo fala sobre a importância de, antes de desejar governar a casa de Deus, governar bem a própria casa:
“E que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?”. (1 Timóteo 3.3,4)
Ao dar as mesmas orientações a Tito, o apóstolo deixa claro que os filhos não devem apenas ser bem educados por seus pais, mas devem ser crentes! Esta característica revela uma família que é governada espiritualmente:
“Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados”. (Tito 1.5,6)
O chefe de família deve conduzir sua casa no temor do Senhor. Isto não é missão apenas de um candidato ao ministério, mas de todo cristão! Porque o ministro deve servir de exemplo, dele é requerido o modelo que os demais cristãos devem seguir (1 Tm 4.11). Preparei um capítulo, dentro desta seção, intitulado “A Vida Espiritual da Família”, onde detalho esta questão do governo espiritual do lar. Portanto, aqui faremos apenas menção deste aspecto do dever do marido de governar, também no quesito espiritual, a sua família.
O “espírito de Jezabel”
Há um espírito (leia-se “atitude” ou “comportamento” – embora eu creia que há, de fato, um espírito maligno que instiga esta forma de agir) que tem trazido muita destruição nos matrimônios – e também nas igrejas – que quero chamar de “espírito de Jezabel”.
A razão de assim denominá-lo é porque vejo que, na carta à igreja de Tiatira, o próprio Senhor Jesus também o fez. Na carta à igreja de Pérgamo ele menciona o conselho de Balaão (Ap 2.14) e o quanto isto foi nocivo a Israel. Ao referir-se a esta mulher como Jezabel, penso que Ele não falava de seu nome literal, mas de como a sua atitude reproduzia o comportamento de uma das mais abomináveis personagens na narrativa bíblica.
“Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos”. (Apocalipse 2.20)
Jezabel, na Bíblia, é um “modelo” que não deve ser seguido – tanto na questão do governo do lar como na vida espiritual:
“Ninguém houve, pois, como Acabe, que se vendeu para fazer o que era mau perante o Senhor, porque Jezabel, sua mulher, o instigava”. (1 Reis 21.25)
O rei Acabe, do ponto de vista espiritual, foi um dos piores reis que Israel teve. Mas ninguém conseguiu ser pior do que ele em algo: “se vender para fazer o que era mau perante o Senhor”. Entendo, com esta expressão “se vender” que Acabe tinha valores que sabia que estava rompendo. Ele não estava apenas na ignorância e cegueira espiritual. Acabe se vendeu diante da pressão de Jezabel e de suas propostas. Ela, além de dominante, era manipuladora. Basta ver o ocorrido no assassinato de Nabote:
“Então Acabe veio para sua casa, desgostoso e indignado, por causa da palavra que Nabote, o jizreelita, lhe falara; pois este lhe dissera: Não te darei a herança de meus pais. Tendo-se deitado na sua cama, virou a rosto, e não quis comer. Mas, vindo a ele Jezabel, sua mulher, lhe disse: Por que está o teu espírito tão desgostoso que não queres comer? Ele lhe respondeu: Porque falei a Nabote, o jizreelita, e lhe disse: Dá-me a tua vinha por dinheiro; ou, se te apraz, te darei outra vinha em seu lugar. Ele, porém, disse: Não te darei a minha vinha. Ao que Jezabel, sua mulher, lhe disse: Governas tu agora no reino de Israel? Levanta-te, come, e alegre-se o teu coração; eu te darei a vinha de Nabote, o jizreelita.” (1 Reis 21.4-7)
Na verdade, há momentos em que Acabe parecia um menino mimado e Jezabel age como se fosse sua mãe. A pergunta que ela faz “Governas tu agora no reino de Israel?” significa mais ou menos o seguinte: “quem é que manda aqui? Nabote ou você?”. Mas a atitude dela de resolver a situação expressa a seguinte mensagem: “se você não é homem para resolver isto, deixa que eu faço isto por você”… E 1 Reis 21.8-14 narra como Jezabel ordena que um falso testemunho seja levantado contra Nabote para que ele seja apedrejado e, depois de morto, sua vinha fosse confiscada. Jezabel é o exemplo de uma mulher dominante, manipuladora e instigadora que controlou a vida de seu marido, levando-o para longe de Deus e de Sua Palavra.
Não se deixar manipular
Apesar de inicialmente falar de uma mulher específica, Jezabel, a abordagem bíblica sempre foi clara no sentido de que o homem tome cuidado e não se deixe manipular por mulher alguma. A mulher não precisa gritar ou tentar convencer o homem a fazer algo à força. Não creio que Eva precisou de nada disto para convencer Adão a comer do fruto proibido. As mulheres tem seu charme, suas habilidades de persuasão e influência e, várias vezes vemos exemplos disto na narrativa bíblica:
“Para que não faças aliança com os moradores da terra; não suceda que, em se prostituindo eles com os deuses e lhes sacrificando, alguém te convide, e comas dos seus sacrifícios e tomes mulheres das suas filhas para os teus filhos, e suas filhas, prostituindo-se com seus deuses, façam que também os teus filhos se prostituam com seus deuses”. (Êxodo 34.15,16)
O Senhor Deus trouxe estas advertências porque sabia muito bem que isto iria acontecer. Como ocorreu várias vezes na história de Israel; o exemplo clássico se deu sob o o que é chamado de “o conselho de Balaão” (Nm 31.16):
“Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas”. (Números 25.1,2)
Podemos olhar para a vida de Sansão e perceber que, embora homem algum pudesse “dobrá-lo” à força, as mulheres faziam isto com uma simples frase de chantagem emocional: “Ah, você não me ama! Se me amasse não faria assim”… Veja o exemplo do ocorrido, primeiro com a mulher filistéia com a qual ele se casou e, depois, com Dalila:
“Ao sétimo dia, disseram à mulher de Sansão: Persuade a teu marido que nos declare o enigma, para que não queimemos a ti e a casa de teu pai. Convidastes-nos para vos apossardes do que é nosso, não é assim? A mulher de Sansão chorou diante dele e disse: Tão-somente me aborreces e não me amas; pois deste aos meus patrícios um enigma a decifrar e ainda não mo declaraste a mim. E ele lhe disse: Nem a meu pai nem a minha mãe o declarei e to declararia a ti? Ela chorava diante dele os sete dias em que celebravam as bodas; ao sétimo dia, lhe declarou, porquanto o importunava; então, ela declarou o enigma aos seus patrícios”. (Juízes 14.15-17)
“Então, ela lhe disse: Como dizes que me amas, se não está comigo o teu coração? Já três vezes zombaste de mim e ainda não me declaraste em que consiste a tua grande força. Importunando-o ela todos os dias com as suas palavras e molestando-o, apoderou-se da alma dele uma impaciência de matar. Descobriu-lhe todo o coração e lhe disse: Nunca subiu navalha à minha cabeça, porque sou nazireu de Deus, desde o ventre de minha mãe; se vier a ser rapado, ir-se-á de mim a minha força, e me enfraquecerei e serei como qualquer outro homem”. (Juízes 16.15-17)
A frase “se você me amasse não agiria assim” teve mais força sobre Sansão do que toda força física que o Senhor pudesse ter manifestado em sua vida. O homem tem o dever primário de assumir o governo do lar sem se deixar ser manipulado. É lógico que, parte da função de ajudadora da mulher é auxiliar o marido a tomar decisões com bons conselhos. Mas toda tentativa de controle e manipulação deve ser firmemente resistida!
O HOMEM DEVE AMAR A SUA ESPOSA
O primeiro conceito que quero abordar aqui é que amar é mais do que sentir algo. É decidir doar-se! Se o amor (em especial o conjugal) fosse algo meramente espontâneo – como é o conceito de paixão que muitos possuem – não haveria a necessidade de recebermos uma ordem divina acerca de amar a esposa. Se Deus ordenou (e então somos obrigados a obedecer) amar é porque podemos fazer isto por escolha, por decisão. Gosto de uma declaração de John Stott que exprime bem isto: “O amor cristão não é vítima de nossas emoções, mas servo de nossa vontade.”
Eis o mandamento divino:
“Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra”. (Efésios 5.25)
Observe que o padrão estabelecido por Deus é de que o marido não apenas ame a sua esposa, mas faça isto dentro do mais alto padrão de entrega: “como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. Portanto, para entender como o homem deve amar a sua esposa, é necessário refletir sobre o modo como Cristo amou a Igreja.
Em primeiro lugar, e destacando a ideia de que o amor é mais do que um sentimento involuntário, é importante lembrar em que condição Jesus amou a Sua Igreja. Nós não O amávamos; as Escrituras declaram que hoje “nós o amamos porque ele nos amou primeiro” (1 Jo 4.19). Nosso amor é uma retribuição ao amor d’Ele, e não o contrário. Na verdade, a Palavra de Deus ressalta que fomos amados por Ele quando ainda éramos seus inimigos (Rm 5.8-10)! Portanto, o marido não deve apenas amar a sua esposa se ela estiver demonstrando grande afeto ou paixão por ele ou somente se ela estiver sendo uma “boa esposa”. Ele decide amar e a “conquista” com seu amor!
A Bíblia diz que a fé opera pelo amor (Gl 5.6). O amor nos faz enxergar o que a pessoa ainda não é – o que ela se tornará como fruto de todo investimento de amor feito. Foi exatamente isto que Jesus fez por nós e este é o padrão que devemos repetir. Por conta deste inquestionável princípio bíblico, concordo com o que Charles Stanley disse: “Quando um homem ama sua esposa corretamente ela se torna mais do que ele sonhou e muito além do que ele merece.”
Em segundo lugar, o texto bíblico diz que Jesus “a si mesmo se entregou por ela”. O amor, portanto, é uma entrega sacrificial, uma doação de si mesmo! Este é o conceito bíblico do amor. Jean Anouilh afirmou: “O amor é, acima de tudo, a doação de si mesmo”. Porém, as Sagradas Escrituras já ensinavam esta verdade muito tempo antes…
O bem de quem amamos deve ser promovido ainda que em detrimento de nós mesmos. Isto é amor sacrificial. É dar atenção mesmo quando cansado. É abrir mão de algo importante em favor do cônjuge. É agradar ao outro, não a si mesmo.
O conceito de alguns maridos é que amar a esposa é dar-lhe presentes. Os presentes podem expressar o amor e carinho, mas amar é muito mais do que isto! Creio que foi diante deste princípio que J. Blanchard declarou: “É mais fácil dar qualquer coisa que tenhamos do que dar-nos a nós mesmos.”
O amor também tem a ver com a atitude de respeitar, de tratar bem:
“Maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente”. (Colossenses 3.19 – TB)
Outra versão diz o seguinte: “Marido, ame a sua esposa e não seja grosseiro com ela” (Cl 3.19 – NTLH). O apóstolo Pedro ensinou sobre a atitude de consideração e honra que o marido deve ter para com a sua esposa:
“Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações”. (1 Pedro 3.7)
Quando leio a afirmação de Pedro acerca da mulher como parte mais frágil, recordo-me de uma advertência clara que minha esposa Kelly me deu quando estávamos para nos casar. Ela olhou bem nos meus olhos e disse: “Pense num vaso de porcelana chinesa. Imagine um vasinho bem frágil que você nem pode apertar muito”. Quando respondi que havia visualizado o tal vaso em minha mente, ela me disse: “Este vasinho delicado sou eu. É o que você está levando para casa ao casar-se comigo!”
É desnecessário dizer que, muitas vezes ao longo destes anos de casado, faltou-me esta consideração do vaso mais frágil. Às vezes numa discussão, outras na forma errada de falar e ainda outras pela minha insensibilidade às emoções de minha esposa. Não digo que nunca errei e nem que você não vai errar em relação a isto. Mas a questão é como lidamos com isto quando erramos. Precisamos nos arrepender diante de Deus quando não amamos a esposa assim como Cristo amou a Igreja. Também precisamos nos arrepender com nossas esposas reconhecendo que falhamos e pedindo perdão a elas. E então orarmos e nos policiarmos para não viver sempre tropeçando na mesma área, pois é preciso crescer e se deixar ser transformado pela ação do Espírito Santo.
Amar a esposa é importar-se com ela (e com o que é importante para ela). Elie Wiesel afirmou que “o oposto do amor não é o ódio, e sim a indiferença”. Fico abismado com a atitude de muitos maridos com quem já conversei e aconselhei; muitos deles acham que estão amando suas esposas pelo simples fato de não as odiarem ou não se incomodarem de viver junto com elas. É um absurdo, mas infelizmente é verdade!
Precisamos crescer nesta área. E meditar na definição bíblica do amor que devemos manifestar uns pelos outros:
“O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13.4-7 – NVI)
O HOMEM DEVE SER AMANTE DE SUA ESPOSA
Quero fazer uma distinção entre o dever do homem de amar sua mulher (o que envolve o carinho, apreço, dedicação, cuidado e valorização) e de ser amante de sua mulher (o que conota a expressão física do amor, da intimidade e vida sexual do casal). Aliás, o versículo bíblico que usamos como base deste ensino sobre os deveres tem uma aplicação dirigida à vida sexual do casal:
“O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher”. (1 Coríntios 7.3,4)
Uma verdade a ser destacada é que o prazer da esposa no ato sexual depende da decisão, sensibilidade e dedicação do marido. Diz o ditado antigo que, em matéria de prontidão sexual, o homem é como um fogão à gás (com acendedor automático e estoque ilimitado de gás) e a mulher é como um fogão à lenha. O casal australiano Alan e Bárbara Pease (autores do livro “Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor” – Editora Sextante) afirmam o hipotálamo (região neurológica ligada ao apetite sexual) do homem chega, em alguns casos, a ser dez vezes mais desenvolvido que o da mulher.
Esta diferença de facilidade ou prontidão em se desfrutar a plenitude do momento de intimidade física do casal, que é o orgasmo, é um problema antigo, que começou lá no jardim do Éden:
“E à mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará.” (Gênesis 3.16)
Depois do pecado, da queda do homem, algumas consequências vieram em juízos liberados por Deus. Entre eles, o Senhor afirma que agora a mulher teria seu sofrimento aumentado na gravidez e na hora de dar à luz seus filhos; mas o Criador também afirmou: “seu desejo será para teu marido, e ele te governará”. De que tipo de desejo você acha que Deus está falando aqui? De acordo com a Concordância de Strong, a palavra hebraica traduzida neste versículo como “desejo”, é “t ̂eshuwqah”, que significa: “desejo, anseio, avidez (de homem por mulher; de mulher por homem; de animal selvagem para devorar)”. Não estamos falando de nenhum outro tipo de desejo, senão do sexual. Mas Deus declarou à mulher: “seu desejo será para teu marido, e ele te governará”.
De que governo está sendo falado aqui? Lembre-se que esta é uma palavra de maldição, de juízo, onde as coisas ficaram piores do que deveriam; e não podemos ignorar o fato de que o Senhor já havia criado o homem primeiro para governar e ser o cabeça do lar. Logo, esta expressão “ele te governará” (gosto da versão que diz “dominará”) não se refere ao governo do lar, mas significa que o desejo da mulher dependeria do homem para ser ou não satisfeito.
Penso que foi neste momento que esta diferença de apetite (e prontidão) sexual ficou estabelecida. Deus estava dizendo à mulher que, na questão do seu desejo sexual, a decisão dela desfrutar isto ou não dependeria da escolha, da decisão do seu marido. Ao longo da existência humana, muitos maridos (senão à maioria) negaram – às vezes até por ignorância – o prazer às suas esposas.
Os maridos devem saber trabalhar esta questão. Muitas vezes não semeiam nada durante todo o dia e depois querem a colheita antes de irem dormir. Aprendi quando ainda recém-casado que o casamento é algo parecido com um banco; para “sacar” você primeiro tem que “depositar”. Paparicar sua esposa com elogios, atenção, palavras carinhosas, gentilezas (que é a forma das mulheres de receberem amor) poderá ajudá-lo muito a conquistar a inspiração de sua esposa para um excelente momento de sexo (que é a forma do homem de receber amor). Lembre-se que antes do clímax, vem o clima!
O HOMEM DEVE SER O PROVEDOR DE SUA ESPOSA
Outro dever importante dos maridos está relacionado ao quesito provisão. O homem deve ser o provedor das necessidades da mulher (e de toda a sua casa):
“Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja; porque somos membros do seu corpo”. (Efésios 5.28-30)
Ao falar de alimentar e cuidar da esposa, o apóstolo Paulo não está falando que o homem tenha que cozinhar ou dar a comida na boca de sua esposa. Fala do seu papel de trazer ao lar a provisão como uma expressão de seu cuidado por ela.
A mulher, quando ainda solteira, tinha na pessoa de seu pai, o provedor. No entanto, quando um casal contrai a aliança nupcial, estão (os dois) deixando pai e mãe para unir-se e tornarem-se uma só carne (Gn 2.24). Salvo raríssimas exceções, em situações realmente imprevistas e temporárias, nenhum casal deveria depender financeiramente dos pais. É necessário que haja autonomia!
O cordão umbilical deve ser cortado na questão material e financeira (além da questão do governo do lar). Portanto, mesmo antes de casar-se, o homem já deve ser responsável e ter condições de oferecer suprimento ao lar. Veja o que o livro dos conselhos da sabedoria – Provérbios – diz acerca disto (em duas diferentes versões):
“Cuida dos teus negócios lá fora, apronta a lavoura no campo e, depois, edifica a tua casa”. (Provérbios 24.27)
“Não construa a sua casa, nem forme o seu lar até que as suas plantações estejam prontas e você esteja certo de que pode ganhar a vida”. (Provérbios 24.27 – NTLH)
A omissão (deliberada) do cuidado natural de provisão para com a família é um pecado muito grave:
“Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente”. (1 Timóteo 5.8)
Quando Paulo fala de cuidado, o contexto é justamente o cuidado material. Qualquer pessoa tem obrigação de cuidado para com seus familiares, mas a posição do homem como provedor o coloca numa condição de maior responsabilidade. Isto não quer dizer que ele tenha a obrigação de atender todos os caprichos da esposa ou dos filhos, nem que tenha que ser rico, mas suprir o essencial.
Há muitas situações em que a mulher também trabalha fora e coopera com a sustento. Não creio que isto seja errado desde que o cuidado e criação dos filhos não seja comprometido (o que, infelizmente, não tem acontecido com muitos casais que trabalham fora). Também não vejo problema no fato da esposa, que também trabalha fora, ganhar mais que o marido pois, se por um lado ele tem a responsabilidade de suprir a casa, por outro lado nada o impede de ser ajudado. Errado é trocar papéis – coisa que está acontecendo cada vez mais ultimamente – e o homem ficar em casa enquanto a mulher traz o sustento. Embora eu acredite que se é correto a mulher ajudar o marido a trazer o sustento do lar, também é correto que o marido a ajude com os filhos e as tarefas da casa. Porém, um acordo de cooperação mútua não deve levar o casal a trocar suas responsabilidades e deveres.
O HOMEM DEVE SER O PROTETOR DE SUA ESPOSA
Mencionei antes que, quando Deus criou o homem e o estabeleceu no Éden, deu-lhe duas funções: lavrar e guardar o jardim.
“Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Édem para o lavrar e guardar.” (Gênesis 2.15)
Portanto, concluímos que, mesmo antes de criar a mulher e instituir a família, o Criador definiu o papel do homem como provedor do lar (quem lavra o jardim para dele extrair o sustento) e protetor de sua família (quem guarda de qualquer ameaça o jardim).
Agora vamos pensar em que tipo de proteção o Senhor tinha em mente quando deu esta ordem a Adão. Quem mais havia no jardim? Ninguém! Nem mesmo Eva ainda havia sido criada e o homem está literalmente sozinho no Éden. É evidente, portanto, que Adão deveria proteger sua esposa do ataque maligno de Satanás (chamado pelas Escrituras de a “antiga serpente” – Ap 12.9).
Quando se fala de proteção, muitos machões pensam só no aspecto físico desta responsabilidade e já se imaginam dando uma surra em quem “mexer” com sua mulher. Mas o dever do marido de proteger sua esposa (e filhos) começa pela responsabilidade de exercer devidamente seu papel de governo espiritual e estender cobertura de oração pela sua casa. Também envolve o papel de ensinar sua casa a andar na Palavra de Deus e, assim, protegê-los da influência do mundo e do pecado (Dt 6.7 e 1 Co 14.35). Além da proteção espiritual, penso que o homem ainda deva proteger sua esposa no âmbito emocional, sem excluir a proteção física. Agrada-me a idéia de ser o guarda-costas de minha esposa e estar disposto até mesmo a “levar bala por ela”.
Se temos que amar a esposa como Cristo amou a Igreja (Ef 5.25), cuidar da esposa como Cristo cuida da Igreja (Ef 5.29), então a lógica me leva a concluir que não há como ignorar o fato de que, se Jesus protege a Sua Igreja (Mt 16.18), devemos proteger nossas esposas!
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